
Acho que nasci para solidão.
Não suporto mais tanta desilusão.
A tristeza, hoje mais do que nunca, assombra o meu coração...
minha alma, vaga no limbo, condenada à escuridão.
Não sei se devo o maior perdão a ti, ou a mim mesma...
Meu coração sem forças vive o sacrificio de uma vida sem certezas.
Resta viver no deserto da alma...Procurar meu leito, onde haja calma
Viver um minuto de tranquilidade
dizer adeus às vaidades e sofrer tua perda com toda intensidade.
Um comentário:
Huummmm.... não gostei dessa poesia! Muito tristinha, não combina com minha guriazinha.... Besos.
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