quinta-feira, 28 de julho de 2011

" A mulher independente"



" Independência nada mais é do que ter poder de escolha. Conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias , mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor. Independência não é sinônimo de solidão. É sinônimo de honestidade: estou onde quero, com quem quero, por que quero."






"Fico imaginando que essa tal "mulher independente", aos olhos dos outros, pareça ser uma pessoa que nunca precisa de ninguém, que nunca peça apoio, que jamais chore, que não tenha dúvidas, que não valorize um cafuné. Enfim, um bloco de cimento."






Minha amiga sempre alimentando a minha alma de poesia mandou este texto da Martha Medeiros hoje. Logo hoje...tudo a ver, como quase tudo que ela me diz, na hora que ela diz.



Li todo texto, me assumi ali e segue a resposta que enviei a ela, fruto da minha constatação, minhas culpas e talvez até arrependimentos mais implícitos:






" Adorei! Sou independente no sentido Martha Medeiros. No entanto disse "amo você" de uma forma não muito verdadeira ultimamente e esqueci de dizer o "eu preciso de você" quando o "amo você" era valido. Nunca olhei pro lado sentimental naqueles tempos, mas sim pro cotidiano, pré-conceituado pelas pessoas. Talvez se eu tivesse percebido que minha independência era puramente profissional , pessoal e resultado do estereotipo de mulher ao qual eu mesma me impus , teria uma vida mais completa, sincera e plena. O meu grande erro foi me perder de tudo aquilo que me tornava tão independente, a dependência do amor que eu sentia. Sou o que sou hoje, por que fui movida a ser por determinada situações, condições e principalmente por determinada pessoa. Talvez, por arrogância minha, nunca tenha reconhecido o seu valor, a sua importância. Mas guardo comigo um sentimento sincero de gratidão por ter me tornado a mulher que hoje sou, e tento conviver com sua ausência insubstituível em minha vida e no meu coração."

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

criatividade limitada

Essa onda de assuntos maternais que tomou conta da minha vida nas ultimas semanas, limitou ao extremo minha criatividade. Por enquanto só tenho tido tempo para pensar em nomes, roupinhas, exames, enjôos e etc... Assim que eu me acostumar com a idéia de que em menos de 7 meses serei mãe, eu volto a escrever.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

" Gravidissima! "


Foi o que a médica me disse ontem quando entreguei o resultado do exame na mão dela.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

abandono...


Este blog está temporariamente abandonado devido a falta de tempo e ao corte de internet que tivemos no trabalho. Caso queiram me encontrar, procurem-me nas ações externas de divulgação do Vestibular das Faculdades Anhanguera. A segunda opção é meu mail lizladeira@gmail.com que continua habilitado e é a forma mais direta de contato (depois do celular).

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Boi é bicho mas tem alma




pois é. Dois posts num dia só. tô trabalhando que nem uma escrava, pior! trabalhando que nem uma escrava com alforria e que faz por gosto. pois então. além disso to escrevendo até nas paredes trabalhos da faculdade e vez lá que outra lembro que tbm sou dona de casa e tenho roupa suja pra lavar. nossa! hoje é dia 31 de outubro, to levantando da cadeira em 30 minutos. vou pra casa tomar berejas, escrever e fazer algo que me divirta. afinal hoje é meu dia.




PS:. na foto as demais escravas alforriadas que labutam comigo.




todos erros gramaticais foram cometidos propositalmente. simples assim.

Profissionalismo X Personalismo


As sociedades capitalistas propõem a independência de vínculos e são embasadas a partir de concepções geradas desde a Revolução Industrial. Nos EUA por exemplo, a idéia de capitalismo inclui de forma extremamente dominante a igualdade entre os seres humanos perante a lei e a sociedade.

No Brasil, embora se trate de uma sociedade capitalista, em razão da origem da economia colonial utilizamos métodos politicamente opostos, usufruindo de uma categoria conhecida por “apadrinhamento”, onde o válido são as relações estabelecidas no ambiente e não individualmente.

Enquanto países como os EUA trabalham com a igualdade, no Brasil ter um bom circulo de relações muitas vezes está acima da própria lei e garante dentro das organizações um crescimento hierárquico muito mais privilegiado.

Partilhamos em geral da errônea, porém ativa maneira de situarmo-nos em ambientes como o profissional através da idéia de sermos protegidos por relações afetuosas e pessoais.

Dentro de uma empresa quanto maior e melhor a nossa acolhida, maior e melhor serão as nossas chances de ascensão, e para isso utilizamos de integrações e eventos sempre objetivando estreitar relações.

Uma das principais características do brasileiro quando está por fechar um negócio ou parceria importante é a de querer proporcionar conforto e lazer para o “alvo”, a fim de conquistar a simpatia pessoal antes mesmo de ganhar o negócio.

Está inato em nossas crenças o estilo de pensar que ao conquistar uma relação, ganhamos à preferência, pensamento este que desconsidera que o capitalismo idealiza e foca prioritariamente os benefícios, custos e o lucro.

A gama das relações tem um grau de relevância tão intenso para o estilo brasileiro de administrar que inconsequentemente pode vir a inserir profissionais não qualificados para desempenhar certas funções em detrimento do personalismo, deixando de oportunizar para excelentes profissionais grandes chances, condenando-os ao deslocamento e a falta de reconhecimento.

A partir daí são impedidos de se destacarem talentos verdadeiros, que devido a questões sociais e falta de relacionamentos são pré-destinados injustamente à acomodação e ao insucesso.

Como exemplo, citamos a industria da música; que privilegia músicos pelas suas relações ao invés do talento. Inúmeras são as boas bandas, excelentes compositores que ficam no anonimato pela ausência de reconhecimento pessoal. Maria Rita poderia estar cantando na noite de São Paulo em barzinhos e restaurantes, não fosse ser filha de Elis Regina. Ziggy Marley seria apenas mais um a re-gravar músicas do lendário rei do reggae Bob Marley, e talvez nunca ouvíssemos falar de Sandy e Junior, KLB entre outros...

Tudo isso é reflexo de uma cultura que foca nas relações e deixa em segundo plano o verdadeiro processo de crescimento do negócio.

Em nosso país não basta estudar nas melhores escolas e ser dotado de excelente formação profissional e acadêmica. È necessário ser “conhecido” de algum membro da empresa que você pretende disputar vaga para obter o cargo almejado e ter possibilidades de um melhor desenvolvimento dentro da empresa no futuro.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Pra quem quer saber da minha vida:

“To” começando a ficar mais supersticiosa. Afinal é meio incomum que todos os dias ao acessar meu orkut eu seja recepcionada pelo mesmo número exato de 13 visitantes na página. Tá eu sei, 13 é pouco.

Na época que eu polemizava isso aqui o número de visitantes era de 300 e pico.

Acho que to monótona ou talvez finalmente tenha encontrado a formula certa de ser polêmica sem me expor : )

Voltando ao esquema da superstição; ontem (21/10) eu tava sentada na minha cama ouvindo um programa de rádio onde meu respectivo cônjuge estava dando entrevista com a sua respectiva banda e "blan".... Aquele estouro.

Achamos lá em casa que estávamos sendo apedrejados! Mas que nada menina! O espelho que fica em cima do espelho =D (adoro minhas explicações) simplesmente espatifou-se e quebrou-se em milhões de pedacinhos.

Acho que a quantidade de cacos fazia referência ao quanto à pessoa que mandava os "maus fluídos" queria que nos arrebentássemos lá em casa, na banda, com o cônjuge e etecetera...

Mas nem se preocupem amigos. Nós somos fortes. E temos sorte.

E aquele velho e batido ditado, diz tudo: QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR =D

Beijos : )

P s:. Será que esse titulo (Pra quem quer saber da minha vida) vai dar ibope?
Garanto que o número volta pra 300 e pico facinho ;) hadhssad