
" Independência nada mais é do que ter poder de escolha. Conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias , mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor. Independência não é sinônimo de solidão. É sinônimo de honestidade: estou onde quero, com quem quero, por que quero."
"Fico imaginando que essa tal "mulher independente", aos olhos dos outros, pareça ser uma pessoa que nunca precisa de ninguém, que nunca peça apoio, que jamais chore, que não tenha dúvidas, que não valorize um cafuné. Enfim, um bloco de cimento."
Minha amiga sempre alimentando a minha alma de poesia mandou este texto da Martha Medeiros hoje. Logo hoje...tudo a ver, como quase tudo que ela me diz, na hora que ela diz.
Li todo texto, me assumi ali e segue a resposta que enviei a ela, fruto da minha constatação, minhas culpas e talvez até arrependimentos mais implícitos:
" Adorei! Sou independente no sentido Martha Medeiros. No entanto disse "amo você" de uma forma não muito verdadeira ultimamente e esqueci de dizer o "eu preciso de você" quando o "amo você" era valido. Nunca olhei pro lado sentimental naqueles tempos, mas sim pro cotidiano, pré-conceituado pelas pessoas. Talvez se eu tivesse percebido que minha independência era puramente profissional , pessoal e resultado do estereotipo de mulher ao qual eu mesma me impus , teria uma vida mais completa, sincera e plena. O meu grande erro foi me perder de tudo aquilo que me tornava tão independente, a dependência do amor que eu sentia. Sou o que sou hoje, por que fui movida a ser por determinada situações, condições e principalmente por determinada pessoa. Talvez, por arrogância minha, nunca tenha reconhecido o seu valor, a sua importância. Mas guardo comigo um sentimento sincero de gratidão por ter me tornado a mulher que hoje sou, e tento conviver com sua ausência insubstituível em minha vida e no meu coração."
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